10 agosto 2004

Redes de água e saneamento completas em 2007 em Joane

A Câmara de Famalicão vai lançar as obras de conclusão das redes de distribuição de água e de saneamento básico em toda a vila de Joane. Num investimento superior a um milhão de euros, a empreitada foi já adjudicada a uma empresa estando definido um prazo de execução de 550 dias.
Assim, em 2007, aquela vila do concelho de Famalicão deverá ver concluídas as infra-estruturas básicas.Segundo informação autárquica, no total, serão construídos mais sete quilómetros de rede de água e 21 quilómetros de rede de saneamento básico, elevando para 300 quilómetros a extensão total destas infra-estruturas ambientais em curso, no corrente mandato autárquico.Actualmente, a vila de Joane detém um nível de atendimento de 80 por cento e 40 por cento, nas redes de abastecimento de água e saneamento, respectivamente. A empreitada proposta vai incidir nos 20 e 60 por cento que faltam completar.Assumindo o ambiente e a qualidade de vida como uma das grandes apostas da actuação da autarquia, Armindo Costa, salienta «o enorme investimento» que tem vindo a ser feito na ampliação das redes de abastecimento de água e saneamento básico. «Nunca a Câmara de Famalicão fez tanto em tão pouco tempo», não se cansa de atestar o edil, lembrando que, no total, o actual executivo lançou no terreno «um total de 300 quilómetros de redes de água e saneamento básico, num investimento global superior a 10,5 milhões de euros».
In Correio do Minho [10/08/2004]

05 julho 2004

Joane pede obras no dia de aniversário da vila

Investimento deve crescer nos próximos anos

A Vila de Joane festejou, ontem, o seu 18.º aniversário e pediu à Câmara de Famalicão a concretização de várias obras, algumas das quais prometidas há anos para a localidade.
O presidente da junta não se fez rogado e, aproveitando a presença do presidente da autarquia, começou por afirmar no seu discurso que a data do aniversário serve para dizer quais as “prendas” pelas quais a freguesia anseia.Ivo Sá Machado salientou a necessidade que Joane tem de algumas «grandes obras» e assegurou aos presentes na sessão solene do aniversário – que decorreu no exterior da sede de junta pela exiguidade do espaço em acolher a totalidade dos convidados – que não cessará de reivindicar mais investimento para a vila.O eleito local reconheceu, contudo, que Joane tem sido atendida «nalgumas coisas» mas, acrescentou serem precisas «muitas mais».Sá Machado passou depois a elencar o que a vila quer ver concretizado.A recuperação total do Largo 3 de Julho foi a primeira das obras indicadas. Trata-se, segundo o presidente da junta, de um espaço que, actualmente, «é feio» mas que, com o projecto previsto, se pode tornar «no centro cívico de Joane» e num espaço aprazível.Esta é uma obra que registou já alguns avanços e recuos mas que, Sá Machado quer ver prosseguir «ainda neste mandato».O maior problema da recuperação do Largo 3 de Julho – local onde decorre a feira semanal de Joane – foi o facto de parte dos terrenos para onde se vai estender terem estado até há bem pouco tempo sob hipoteca bancária, quando deveriam já terem sido registados em nome da Câmara de Famalicão.Segundo o presidente do município, há alguns anos, foi aprovado a uma empresa imobiliária um loteamento nas imediações do largo. Como contrapartida, o proprietário cedia parte dos terrenos em favor do município. Isso concretizou-se mas, «por preguiça do anterior executivo camarário», os terrenos cedidos à autarquia «nunca foram registados».Pouco tempo depois, a empresa fez uma hipoteca e englobou o terreno que deveria ser já do domínio público. Quando a junta e a Câmara de Famalicão quiseram avançar depararam-se com o espaço hipotecado. Armindo Costa adiantou aos jornalistas que já conseguiu que o banco em questão levantasse a hipoteca e, em breve, será feita a escritura do terreno.O edil reconhece que «há necessidade que a obra avance», até porque os comer-ciantes pretendem o espaço requalificado.Ivo Sá Machado assume que o promotor imobiliário, que detinha ainda a posse dos terrenos «está sensibilizado» pela junta para os entregar à autarquia, faltando apenas que seja formalizado o levantamento da hipoteca por parte da entidade bancária.«Logo que haja “luz verde” dada pela Câmara de Famalicão avançaremos para a obra», afirmou o presidente da junta, acrescentando, mesmo sem querer assumir compromissos, querer que em Setembro seja lançado o respectivo concurso público, para que a obra «se concretize neste mandato».Outras obras como a recuperação da estrada entre Joane e Airão, o prolongamento da Via Inter-Municipal (VIM) até Braga, a Variante à vila de Joane e a nova sede da Junta de Freguesia são anseios da população que Sá Machado transmitiu durante a sessão solene.A respeito da nova sede da junta, foi apresentado o anteprojecto do edifício.Trata-se de uma estrutura que terá dois e três pisos, contemplando um auditório para 100 pessoas, gabinetes, salas de reuniões, atendimento ao público e estacionamento privado.Segundo a junta de freguesia, a nova sede está estimada em 325 mil euros e deverá ficar concluída até ao final de 2006 ou início de 2007.A implantação do edifício está apontada para ocorrer a poente do novo Parque da Ribeira, um espaço de lazer ontem inaugurado.Ainda antes de ocorrer a inauguração do novo espaço de lazer – uma espécie de mini-parque da vila de Joane –, o presidente da junta reclamou que faltava naquele local estruturas de entretenimento para as crianças.Face a esta posição, o presidente da Câmara de Famalicão comprometeu-se, em breve, a colocar no jardim um parque infantil.O Parque da Ribeira foi então inaugurado conjuntamente pelos presidentes da Assembleia e da Câmara Municipal, pelos presidentes da Assembleia e Junta de Freguesia e pelos representantes da delegação de Leognan – localidade francesa com quem Joane está geminada e que ontem estiveram na vila.
In Correio do Minho [05/07/2004]

13 maio 2003

PSD e PP acusam Sá Machado de prejudicar Joane

Os núcleos do PSD e do CDS/PP da Vila de Joane acusaram ontem o presidente da junta, Ivo Sá Machado, de estar a empreender uma guerrilha contra a Câmara de Famalicão e, com esse tipo de comportamento, estar a «brincar com os joanenses e a prejudicar a vila».

Em conferência de imprensa, Joaquim Loureiro (PSD) e Manuel Guimarães (CDS/PP) insurgiram-se ainda contra a forma como foi aprovado o relatório de gestão da autarquia local. Numa primeira reunião foi detectado um erro de duplicação das receitas e por isso, a aprovação foi adiada. Na reunião seguinte, a coligação “laranja/popular” votou contra alegando que as contas da junta não foram devidamente elaboradas. Ora, nessa reunião um dos membros do PS faltou e um outro absteve-se, resultando na reprovação do relatório.«Num acto desesperado o presidente da junta apelou ao bom senso dos membros e alertou para as consequências da reprovação do documento, pelo que, o socialista que se absteve alterou a sua intenção de voto, viabilizando o relatório», afirmou o “popular” e presidente da mesa da Assembleia de Freguesia, Manuel Guimarães.Por seu turno, o social democrata Joaquim Loureiro referiu que Sá Machado deve tirar as ilações desta actuação, sem contudo sugerir a demissão.O líder do núcleo “laranja” constatou existir «uma grave crise» no seio do PS local. Só assim compreende como é que numa reunião daquela importância um membro possa faltar e o outro não votar favoravelmente um documento apresentado pelo presidente eleito pelo seu partido.Em remate, os líderes da coligação PSD/PP afirmam-se preparados para levar, como oposição, este mandato até ao fim ou enfrentar eleições antecipadas caso Sá Machado se demita.
In Diário do Minho [13/05/2003]

14 novembro 2002

JOANE: TIPICAMENTE MINHOTA

FONTE: http://home.telepac.pt/prod.html?id=XWI3
Tipicamente minhota, a Terra a que presido dispõe hoje de um conjunto de infra-estruturas de que nos orgulhamos não sendo contudo razão bastante para esmorecer.Se é certo que o abastecimento de Água, o Saneamento, as Escolas E. B. 2 e 3 e Secundária, as Piscinas Municipais, Centro de Saúde, Auditório, Biblioteca, etc., trouxeram maior qualidade de vida, também é verdade que continuamos a lutar por outras infra-estruturas como seja as novas acessibilidades que pretendemos ver construídas.Falar de Joane é falar duma Vila com 9 mil habitantes situada no coração do Vale do Ave, equidistante das cidades de Braga, Guimarães e Famalicão. O Têxtil e a Industria de Carnes são as principais actividades Industriais a par dos diversos serviços comerciais aqui existentes.Sem falsa modéstia é importante referir que em termos associativos esta terra é forte, bastando para isso constatar a diversidade de infra-estruturas desportivas, culturais e sociais como sejam as creches, Centros de Dia e lar para idosos, Campo de Futebol, Centro Cultural, etc.Falar da nossa terra é falar do famoso Pão-de-Ló e do Vinho Verde que aqui também se produz de qualidade. Joane terra cujas origens remontam ao Séc. XI, convida todos os que assim entendam a passar por cá.

Silvestre Ivo Sá Machado
Presidente da Junta de Freguesia de Joane

14 novembro 2001

Candidatos PSD/PP 2001

Fonte: http://porfirio2001.i8.com/equipa.html


Nome: Porfirio Manuel Maia de Carvalho
Idade: 41
Profissão: Taxista
Residência: Largo 3 de Julho

Nome: Ricardo Araújo Guedes Ferreira
Idade: 32
Profissão: Comércio Grossista
Residência: Av. da Restauração

Nome: Manuel Guimarães Oliveira Fernandes
Idade: 54
Profissão: Agente Comercial
Residência: Rua das Fontes

Nome: Francisco Miguel de Barros Coelho
Idade: 32
Profissão: Contabilista
Residência: Rua da Liberdade

Nome: Maria de Lurdes Leitão dos Santos
Idade: 34
Profissão: Professor do Ensino Básico (2° e 3° Ciclos)
Residência: Rua Santo António

Nome: Helder de Azevedo Rodrigues
Idade: 30
Profissão: Professor do Ensino Básico (2° e 3° Ciclos) e Secundário
Residência: Rua do Assento

Nome: Joaquim Manuel Oliveira Castro
Idade: 29
Profissão: Advogado
Residência: Rua Figueiró

Nome: Joaquim Augusto Magalhães Loureiro
Idade: 37
Profissão: Professor do Ensino Básico (1° Ciclo)
Residência: Rua das Fontes

Nome: Alberto Filipe Silva Carvalho
Idade: 22
Profissão: Estudante
Residência: Rua Divino Salvador

Nome: Paulo Manuel Araújo Couto
Idade: 27
Profissão: Desenhador Projectista
Residência: Travessa de S. João

Nome: Nuno Filipe Fernandes Leite de Oliveira
Idade: 24
Profissão: Empregado de escritório
Residência: Travessa do Redondo

Nome: Luis Francisco Silva Pereira
Idade: 34
Profissão: Operário Têxtil
Residência: Av. Cristo Rei

Nome: Manuel Armindo Correia Fernandes
Idade: 40
Profissão: Construtor Civil
Residência: Lugar de Pulsos

Nome: José Joaquim Azevedo Ferreira
Idade: 41
Profissão: Operário Têxtil
Residência: Rua S. Bento

Nome: Bernardino Correia Peixoto
Idade: 52
Profissão: Encarregado
Residência: Rua Monte do Rio

Nome: Francisco Alexandre Aguiar Ferreira
Idade: 29
Profissão: Empresário
Residencia Rua Divino Salvador

Nome: Carlos Jorge Braga Oliveira
Idade: 21
Profissão: Estudante
Residência: Rua de Celorico

Nome: Adelino Ferreira Fernandes
Idade: 46
Profissão: Industrial
Residência: Rua de Ruivos

Nome: Silvestre Alcino Rodrigues de Oliveira
Idade: 44
Profissão: Educador de Estabelecimento (Monitor, Perceptor)
Residência: Av. Padre Benjamim Salgado, 185

Nome: Lícinio Lopes Rodrigues
Idade: 29
Profissão: Serralheiro
Residência: Rua das Fontes

Nome: Bruno Henrique Oliveira Marques
Idade: 18
Profissão: Estudante
Residência: Rua Cima de Pele

Nome: Francisco José Guimarães Torres
Idade: 29
Profissão: Operador de Computador
Residência: Av. das Charrueiras

14 outubro 2001

Porque sou candidato?

Porfírio Carvalho explica em http://porfirio2001.i8.com/inicio.html, porque é candidato. Pelo interesse, aqui se reproduz.

Em 1997 fui candidato à Junta de Joane tinha na altura a convicção que Joane precisava urgentemente de mudar de rumo. Há demasiado tempo gerida pelo mesmo partido a Vila estava adormecida. Com uma localização excepcional em termos geográficos, perto das maiores cidades do norte de Portugal. Com um acesso à auto-estrada a três quilómetros do centro de Joane. Não compreendia porque é que Joane não conseguia perder o aspecto de quem tinha parado no tempo, porque é que Joane não consegue garantir qualidade de vida aos seus habitantes.

Em 1997 fiquei muito perto da vitória. Assumi o meu lugar na Assembleia de Freguesia. Durante estes quatro anos apercebi-me porque é que Joane não conseguiu ainda assumir o seu lugar e se mantém uma terra atrasada.

O Sr. Presidente da Junta e o partido que o apoia são na sua maioria indivíduos instalados, há vinte anos no poder acham-se inatacáveis, há vinte anos no poder vivem encantados com o pouco que fazem e fizeram até agora, há vinte anos no poder não aceitam sugestões nem ideias. Com estes senhores há vinte anos no poder Joane é que paga a factura.

Passados quatro anos Joane mantém o seu aspecto desorganizado. Como o crescimento não foi pensado as coisas vão-se decidindo em cima do joelho à medida que vão aparecendo, os arruamentos são estreitos, não se constróem passeios para peões, não se criam zonas de estacionamento eficientes face aos serviços que entretanto se vão instalado. O caricato acontece, Joane que tem só sete mil habitantes tem no centro problemas de trânsito.

Face a este cenário todas as razões que me levaram a ser candidato à quatro anos continuam na ordem do dia.

Farei mais e melhor por Joane e por os Joanenses.

Por Joane , por si