A Câmara de Famalicão assinou o auto de consignação da empreitada de pavimentação e rectificação do caminho municipal 1491, que liga a vila de Joane aos concelhos de Guimarães e Braga. Durante a cerimónia o presidente da autarquia não escondeu que o lançamento da obra tem como propósito fundamental de «calar os protestos» da população local que há muito não se cansava de organizar protestos.
In Diário do Minho [26/07/2005]
13 junho 2005
27 abril 2005
Bloco de Esquerda avança com lista em Joane
Joane vai ter uma candidatura do Bloco de Esquerda à Junta de Freguesia. Essa decisão foi assumida na última reunião do Secretariado Concelhio, mas ainda não está nada definido quanto ao rosto que a vai liderar. Em entrevista ao Entre Vilas, Manuel Cunha afirma que o candidato será escolhido pelo grupo que está a trabalhar o processo autárquico e acrescenta que o BE tem condições para eleger um representante para o órgão deliberativo.
Bloco Esquerda nas últimas eleições surpreenderam-no?
Pela dinâmica de campanha não posso dizer que constituiu uma surpresa. No princípio as expecativas não eram tão elevadas. Não contava chegar aí, mas após a primeira semana de campanha começámos a acreditar, pela receptividade que havia das nossas acções e propostas. Triplicamos a votação de há 3 anos atrás com uma campanha de militantes, sem grandes meios e congratulamo-nos, também, porque fomos quem provocou o debate no distrito.
Na vila de Joane, tal como no concelho de Famalicão, o BE ultrapassou a CDU, tornando-se na quarta força política...
Tivemos os votos que nos confiaram ou os que merecemos. Sinal de que a nossa mensagem passou e as nossas propostas foram bem aceites. Não fomos buscar votos à CDU, até porque também não registaram descida na votação. Não fomos, por isso, ocupar o espaço da CDU.
Transportando essas indicações para as eleições autárquicas perspectivam um bom resultado?
O processo autárquico está a conhecer desenvolvimentos, num trabalho que está a ser feito pelo Secretariado Concelhio, a distrital e o dirigente nacional para as autárquicas [Pedro Soares]. Não temos representação nos órgãos autárquicos e, por isso, não temos a visibilidade que outros partidos têm, mas nos últimos 3 anos temos um trabalho realizado. Tomaram-se posições públicas sobre a vida autárquica do concelho e não estamos alheados do que se passou durante este mandato.
É um acto eleitoral que assume particular importância para uma força política que está em ascensão?
É-o na medida em que poderemos assegurar a eleição de representantes nos órgãos locais, o que dará uma maior projecção ao BE. Esse é um dos nossos objectivos para o embate de Outubro.
A vila de Joane vai ter candidato bloquista?
Sim, está definido que esta localidade será uma das que o BE vai apresentar candidatura. Há um grupo que está a trabalhar na elaboração da lista que será apresentada em Maio, após a convenção nacional. Será uma lista credível capaz de trazer propostas interessantes para o debate político. De resto, é nossa intenção provocar o debate. Estamos muito satisfeitos com o trabalho realizado, que para mim tem sido uma surpresa agradável. Existem muitos jovens a aderir ao BE, alguns que militaram noutros partidos mas que estão disponíveis para trabalhar na formação de lista em Joane.
Já se discutiram nomes para liderar essa candidatura?
Aquilo que temos definido é que o cabeça de lista será eleito pelo grupo. É preciso que o rosto que nos vai representar tenha confiança da estrutura e repudiamos o aparecimento de salvadores da pátria. As regras são estas e o cabeça de lista escolhido por todo o grupo.
A eleição de um representante para a Assembleia de Freguesia é o vosso objectivo?
Primeiro queremos apresentar lista credível e não concorra por concorrer. Temos que constituir um grupo de pessoas capazes de elaborar um programa e que discutam Joane. O nosso primeiro objectivo é provocar o debate e depois munirmo-nos de pessoas com capacidade para assumir as responsabilidades que o povo lhe conferir.
O debate político tem andado arredado da vila?
Muito arredado. Apenas acontece nalgumas reuniões da Assembleia de Freguesia, por vezes relacionados com questões menores e sem grande importância, quando o que deveria ser relevado não o é.
É uma crítica que faz às outras forças políticas?
É a constatação de um facto. Uma que não é só minha mas de muitos joanenses. Não há debate porque muitas vezes as questões pessoais sobrepõe os interesses de Joane. Se eleger um representante do BE este cenário irá mudar com toda a certeza. Não quer dizer que não haja pessoas com qualidade naquele órgão e que não levam questões interessantes, mas não há grande debate.
In Entre Vilas (27-04-05)
12 abril 2005
Artur Fernandes apresentado candidato PSD/PP a Joane
Os núcleos do PSD e do CDS/PP da Vila de Joane apresentaram ontem Artur Fernandes como o seu candidato à junta daquela freguesia do concelho de Famalicão.
Ainda antes que as concelhias daqueles partidos se tivessem pronunciado se vão concorrer coligadas ou isoladas nas próximas eleições autárquicas, aqueles núcleos assumiram a candidatura porque se tinham comprometido apresentá-la logo que encerrasse o congresso do PSD, que teve lugar no passado fim-de-semana.Na conferência de imprensa, os núcleos “laranja” e “popular” de Joane referiram que apesar desta ser a primeira candidatura a uma junta de freguesia apresentada isoladamente no concelho, respeitou o assentimento das concelhias dos respectivos partidos.Por isso, Artur Fernandes, de 65 anos, empresário da construção civil, é o candidato que vai disputar nas urnas, no próximo mês de Outubro, a presidência da Junta de Freguesia de Joane, governada por Ivo Sá Machado, que será o mais que provável candidato do PS.Como objectivos, os núcleos joanenses do PSD e do CDS/PP apontam que Artur Fernandes tem o perfil desejado e adequado para ganhar aquela junta, que se tem mantido sob o governo do PS, nos últimos anos.
In Diário do Minho [12/04/2005]
Ainda antes que as concelhias daqueles partidos se tivessem pronunciado se vão concorrer coligadas ou isoladas nas próximas eleições autárquicas, aqueles núcleos assumiram a candidatura porque se tinham comprometido apresentá-la logo que encerrasse o congresso do PSD, que teve lugar no passado fim-de-semana.Na conferência de imprensa, os núcleos “laranja” e “popular” de Joane referiram que apesar desta ser a primeira candidatura a uma junta de freguesia apresentada isoladamente no concelho, respeitou o assentimento das concelhias dos respectivos partidos.Por isso, Artur Fernandes, de 65 anos, empresário da construção civil, é o candidato que vai disputar nas urnas, no próximo mês de Outubro, a presidência da Junta de Freguesia de Joane, governada por Ivo Sá Machado, que será o mais que provável candidato do PS.Como objectivos, os núcleos joanenses do PSD e do CDS/PP apontam que Artur Fernandes tem o perfil desejado e adequado para ganhar aquela junta, que se tem mantido sob o governo do PS, nos últimos anos.
In Diário do Minho [12/04/2005]
29 outubro 2004
Joane conclui redes de água e saneamento
A Câmara de Famalicão assinou, ontem, o auto de consignação da empreitada de conclusão das redes de distribuição de água e de saneamento básico à vila de Joane.
Armindo Costa referiu na cerimónia, que teve lugar na sede de junta de freguesia local, que quando terminar este mandato, a vila joanense «vai ter aquilo que merece», sendo servida, em toda a sua extensão, pelas redes de abastecimento de água e de saneamento.«O mesmo vai acontecer nas vilas de Riba d’Ave e de Ribeirão», prometeu o edil, que já anunciou a sua recandidatura à presidência da Câmara famalicense, nas próximas eleições autárquicas do próximo ano.Com a conclusão daquelas infra-estruturas, o presidente da autarquia salienta que aumentará «a qualidade de vida na vila Joane».Com um prazo de execução de 550 dias, a obra vai ser executada, curiosamente, pela empresa do presidente da junta de Calendário, Armindo Fernandes Gomes, por um milhão e 23 mil euros.No total, serão construídos em Joane mais sete quilómetros de rede de água e 21 quilómetros de rede de saneamento básico. O presidente da Junta de Freguesia, o socialista Ivo Sá Machado, não se coibiu de considerar aquele como «um dia de enorme importância para Joane».Aquele autarca salientou que, se é verdade que a zona central da freguesia está já servida de água e saneamento, não é menos verdade que as zonas mais recônditas e os aglomerados mais dispersos ainda não estão servidos com aquelas infra-estruturas.Realmente, a freguesia de Joane detém, hoje, um nível de atendimento de 80 por cento e 40 por cento, nas redes de abastecimento de água e saneamento, respectivamente. A empreitada proposta vai incidir nos 20 e 60 por cento que faltam completar.Armindo elogia insatisfação de Sá MachadoO presidente da Câmara de Famalicão referiu que o presidente da junta de Joane «é um homem insatisfeito», e elogiou-lhe a qualidade: «é bom que assim seja».Armindo Costa passou depois a apontar que «nunca houve um mandato com tanta obra feita em praticamente todas as freguesias do concelho».Abordando os protestos que existiram sobre o estado de conservação da estrada que liga Joane a Airão, o edil frisou que a manifestação «não foi justa». E indicou que a autarquia, quando surgiram as reclamações «já tinha o projecto da água e saneamento», obras que iriam afectar aquela via.«Justo seria terem feito a manifestação no passado, quando nada era feito», asseverou Armindo Costa.O edil explicou porque é que não foi intervencionada aquela estrada. «Assumimos o compromisso de não pavimentar nada antes de colocar as infra-estruturas. Como tínhamos em projecto água e saneamento para Joane, e concretamente também para esta rua, atrasamos a pavimentação para que as coisas sejam feitas definitivamente e bem. Assim, vamos colocar a água e o saneamento e de imediato vamos pavimentar a estrada», expôs Armindo Costa.
In Diário do Minho [29/10/2004]
Armindo Costa referiu na cerimónia, que teve lugar na sede de junta de freguesia local, que quando terminar este mandato, a vila joanense «vai ter aquilo que merece», sendo servida, em toda a sua extensão, pelas redes de abastecimento de água e de saneamento.«O mesmo vai acontecer nas vilas de Riba d’Ave e de Ribeirão», prometeu o edil, que já anunciou a sua recandidatura à presidência da Câmara famalicense, nas próximas eleições autárquicas do próximo ano.Com a conclusão daquelas infra-estruturas, o presidente da autarquia salienta que aumentará «a qualidade de vida na vila Joane».Com um prazo de execução de 550 dias, a obra vai ser executada, curiosamente, pela empresa do presidente da junta de Calendário, Armindo Fernandes Gomes, por um milhão e 23 mil euros.No total, serão construídos em Joane mais sete quilómetros de rede de água e 21 quilómetros de rede de saneamento básico. O presidente da Junta de Freguesia, o socialista Ivo Sá Machado, não se coibiu de considerar aquele como «um dia de enorme importância para Joane».Aquele autarca salientou que, se é verdade que a zona central da freguesia está já servida de água e saneamento, não é menos verdade que as zonas mais recônditas e os aglomerados mais dispersos ainda não estão servidos com aquelas infra-estruturas.Realmente, a freguesia de Joane detém, hoje, um nível de atendimento de 80 por cento e 40 por cento, nas redes de abastecimento de água e saneamento, respectivamente. A empreitada proposta vai incidir nos 20 e 60 por cento que faltam completar.Armindo elogia insatisfação de Sá MachadoO presidente da Câmara de Famalicão referiu que o presidente da junta de Joane «é um homem insatisfeito», e elogiou-lhe a qualidade: «é bom que assim seja».Armindo Costa passou depois a apontar que «nunca houve um mandato com tanta obra feita em praticamente todas as freguesias do concelho».Abordando os protestos que existiram sobre o estado de conservação da estrada que liga Joane a Airão, o edil frisou que a manifestação «não foi justa». E indicou que a autarquia, quando surgiram as reclamações «já tinha o projecto da água e saneamento», obras que iriam afectar aquela via.«Justo seria terem feito a manifestação no passado, quando nada era feito», asseverou Armindo Costa.O edil explicou porque é que não foi intervencionada aquela estrada. «Assumimos o compromisso de não pavimentar nada antes de colocar as infra-estruturas. Como tínhamos em projecto água e saneamento para Joane, e concretamente também para esta rua, atrasamos a pavimentação para que as coisas sejam feitas definitivamente e bem. Assim, vamos colocar a água e o saneamento e de imediato vamos pavimentar a estrada», expôs Armindo Costa.
In Diário do Minho [29/10/2004]
10 agosto 2004
Redes de água e saneamento completas em 2007 em Joane
A Câmara de Famalicão vai lançar as obras de conclusão das redes de distribuição de água e de saneamento básico em toda a vila de Joane. Num investimento superior a um milhão de euros, a empreitada foi já adjudicada a uma empresa estando definido um prazo de execução de 550 dias.
Assim, em 2007, aquela vila do concelho de Famalicão deverá ver concluídas as infra-estruturas básicas.Segundo informação autárquica, no total, serão construídos mais sete quilómetros de rede de água e 21 quilómetros de rede de saneamento básico, elevando para 300 quilómetros a extensão total destas infra-estruturas ambientais em curso, no corrente mandato autárquico.Actualmente, a vila de Joane detém um nível de atendimento de 80 por cento e 40 por cento, nas redes de abastecimento de água e saneamento, respectivamente. A empreitada proposta vai incidir nos 20 e 60 por cento que faltam completar.Assumindo o ambiente e a qualidade de vida como uma das grandes apostas da actuação da autarquia, Armindo Costa, salienta «o enorme investimento» que tem vindo a ser feito na ampliação das redes de abastecimento de água e saneamento básico. «Nunca a Câmara de Famalicão fez tanto em tão pouco tempo», não se cansa de atestar o edil, lembrando que, no total, o actual executivo lançou no terreno «um total de 300 quilómetros de redes de água e saneamento básico, num investimento global superior a 10,5 milhões de euros».
In Correio do Minho [10/08/2004]
Assim, em 2007, aquela vila do concelho de Famalicão deverá ver concluídas as infra-estruturas básicas.Segundo informação autárquica, no total, serão construídos mais sete quilómetros de rede de água e 21 quilómetros de rede de saneamento básico, elevando para 300 quilómetros a extensão total destas infra-estruturas ambientais em curso, no corrente mandato autárquico.Actualmente, a vila de Joane detém um nível de atendimento de 80 por cento e 40 por cento, nas redes de abastecimento de água e saneamento, respectivamente. A empreitada proposta vai incidir nos 20 e 60 por cento que faltam completar.Assumindo o ambiente e a qualidade de vida como uma das grandes apostas da actuação da autarquia, Armindo Costa, salienta «o enorme investimento» que tem vindo a ser feito na ampliação das redes de abastecimento de água e saneamento básico. «Nunca a Câmara de Famalicão fez tanto em tão pouco tempo», não se cansa de atestar o edil, lembrando que, no total, o actual executivo lançou no terreno «um total de 300 quilómetros de redes de água e saneamento básico, num investimento global superior a 10,5 milhões de euros».
In Correio do Minho [10/08/2004]
05 julho 2004
Joane pede obras no dia de aniversário da vila
Investimento deve crescer nos próximos anos
A Vila de Joane festejou, ontem, o seu 18.º aniversário e pediu à Câmara de Famalicão a concretização de várias obras, algumas das quais prometidas há anos para a localidade.
O presidente da junta não se fez rogado e, aproveitando a presença do presidente da autarquia, começou por afirmar no seu discurso que a data do aniversário serve para dizer quais as “prendas” pelas quais a freguesia anseia.Ivo Sá Machado salientou a necessidade que Joane tem de algumas «grandes obras» e assegurou aos presentes na sessão solene do aniversário – que decorreu no exterior da sede de junta pela exiguidade do espaço em acolher a totalidade dos convidados – que não cessará de reivindicar mais investimento para a vila.O eleito local reconheceu, contudo, que Joane tem sido atendida «nalgumas coisas» mas, acrescentou serem precisas «muitas mais».Sá Machado passou depois a elencar o que a vila quer ver concretizado.A recuperação total do Largo 3 de Julho foi a primeira das obras indicadas. Trata-se, segundo o presidente da junta, de um espaço que, actualmente, «é feio» mas que, com o projecto previsto, se pode tornar «no centro cívico de Joane» e num espaço aprazível.Esta é uma obra que registou já alguns avanços e recuos mas que, Sá Machado quer ver prosseguir «ainda neste mandato».O maior problema da recuperação do Largo 3 de Julho – local onde decorre a feira semanal de Joane – foi o facto de parte dos terrenos para onde se vai estender terem estado até há bem pouco tempo sob hipoteca bancária, quando deveriam já terem sido registados em nome da Câmara de Famalicão.Segundo o presidente do município, há alguns anos, foi aprovado a uma empresa imobiliária um loteamento nas imediações do largo. Como contrapartida, o proprietário cedia parte dos terrenos em favor do município. Isso concretizou-se mas, «por preguiça do anterior executivo camarário», os terrenos cedidos à autarquia «nunca foram registados».Pouco tempo depois, a empresa fez uma hipoteca e englobou o terreno que deveria ser já do domínio público. Quando a junta e a Câmara de Famalicão quiseram avançar depararam-se com o espaço hipotecado. Armindo Costa adiantou aos jornalistas que já conseguiu que o banco em questão levantasse a hipoteca e, em breve, será feita a escritura do terreno.O edil reconhece que «há necessidade que a obra avance», até porque os comer-ciantes pretendem o espaço requalificado.Ivo Sá Machado assume que o promotor imobiliário, que detinha ainda a posse dos terrenos «está sensibilizado» pela junta para os entregar à autarquia, faltando apenas que seja formalizado o levantamento da hipoteca por parte da entidade bancária.«Logo que haja “luz verde” dada pela Câmara de Famalicão avançaremos para a obra», afirmou o presidente da junta, acrescentando, mesmo sem querer assumir compromissos, querer que em Setembro seja lançado o respectivo concurso público, para que a obra «se concretize neste mandato».Outras obras como a recuperação da estrada entre Joane e Airão, o prolongamento da Via Inter-Municipal (VIM) até Braga, a Variante à vila de Joane e a nova sede da Junta de Freguesia são anseios da população que Sá Machado transmitiu durante a sessão solene.A respeito da nova sede da junta, foi apresentado o anteprojecto do edifício.Trata-se de uma estrutura que terá dois e três pisos, contemplando um auditório para 100 pessoas, gabinetes, salas de reuniões, atendimento ao público e estacionamento privado.Segundo a junta de freguesia, a nova sede está estimada em 325 mil euros e deverá ficar concluída até ao final de 2006 ou início de 2007.A implantação do edifício está apontada para ocorrer a poente do novo Parque da Ribeira, um espaço de lazer ontem inaugurado.Ainda antes de ocorrer a inauguração do novo espaço de lazer – uma espécie de mini-parque da vila de Joane –, o presidente da junta reclamou que faltava naquele local estruturas de entretenimento para as crianças.Face a esta posição, o presidente da Câmara de Famalicão comprometeu-se, em breve, a colocar no jardim um parque infantil.O Parque da Ribeira foi então inaugurado conjuntamente pelos presidentes da Assembleia e da Câmara Municipal, pelos presidentes da Assembleia e Junta de Freguesia e pelos representantes da delegação de Leognan – localidade francesa com quem Joane está geminada e que ontem estiveram na vila.
In Correio do Minho [05/07/2004]
A Vila de Joane festejou, ontem, o seu 18.º aniversário e pediu à Câmara de Famalicão a concretização de várias obras, algumas das quais prometidas há anos para a localidade.
O presidente da junta não se fez rogado e, aproveitando a presença do presidente da autarquia, começou por afirmar no seu discurso que a data do aniversário serve para dizer quais as “prendas” pelas quais a freguesia anseia.Ivo Sá Machado salientou a necessidade que Joane tem de algumas «grandes obras» e assegurou aos presentes na sessão solene do aniversário – que decorreu no exterior da sede de junta pela exiguidade do espaço em acolher a totalidade dos convidados – que não cessará de reivindicar mais investimento para a vila.O eleito local reconheceu, contudo, que Joane tem sido atendida «nalgumas coisas» mas, acrescentou serem precisas «muitas mais».Sá Machado passou depois a elencar o que a vila quer ver concretizado.A recuperação total do Largo 3 de Julho foi a primeira das obras indicadas. Trata-se, segundo o presidente da junta, de um espaço que, actualmente, «é feio» mas que, com o projecto previsto, se pode tornar «no centro cívico de Joane» e num espaço aprazível.Esta é uma obra que registou já alguns avanços e recuos mas que, Sá Machado quer ver prosseguir «ainda neste mandato».O maior problema da recuperação do Largo 3 de Julho – local onde decorre a feira semanal de Joane – foi o facto de parte dos terrenos para onde se vai estender terem estado até há bem pouco tempo sob hipoteca bancária, quando deveriam já terem sido registados em nome da Câmara de Famalicão.Segundo o presidente do município, há alguns anos, foi aprovado a uma empresa imobiliária um loteamento nas imediações do largo. Como contrapartida, o proprietário cedia parte dos terrenos em favor do município. Isso concretizou-se mas, «por preguiça do anterior executivo camarário», os terrenos cedidos à autarquia «nunca foram registados».Pouco tempo depois, a empresa fez uma hipoteca e englobou o terreno que deveria ser já do domínio público. Quando a junta e a Câmara de Famalicão quiseram avançar depararam-se com o espaço hipotecado. Armindo Costa adiantou aos jornalistas que já conseguiu que o banco em questão levantasse a hipoteca e, em breve, será feita a escritura do terreno.O edil reconhece que «há necessidade que a obra avance», até porque os comer-ciantes pretendem o espaço requalificado.Ivo Sá Machado assume que o promotor imobiliário, que detinha ainda a posse dos terrenos «está sensibilizado» pela junta para os entregar à autarquia, faltando apenas que seja formalizado o levantamento da hipoteca por parte da entidade bancária.«Logo que haja “luz verde” dada pela Câmara de Famalicão avançaremos para a obra», afirmou o presidente da junta, acrescentando, mesmo sem querer assumir compromissos, querer que em Setembro seja lançado o respectivo concurso público, para que a obra «se concretize neste mandato».Outras obras como a recuperação da estrada entre Joane e Airão, o prolongamento da Via Inter-Municipal (VIM) até Braga, a Variante à vila de Joane e a nova sede da Junta de Freguesia são anseios da população que Sá Machado transmitiu durante a sessão solene.A respeito da nova sede da junta, foi apresentado o anteprojecto do edifício.Trata-se de uma estrutura que terá dois e três pisos, contemplando um auditório para 100 pessoas, gabinetes, salas de reuniões, atendimento ao público e estacionamento privado.Segundo a junta de freguesia, a nova sede está estimada em 325 mil euros e deverá ficar concluída até ao final de 2006 ou início de 2007.A implantação do edifício está apontada para ocorrer a poente do novo Parque da Ribeira, um espaço de lazer ontem inaugurado.Ainda antes de ocorrer a inauguração do novo espaço de lazer – uma espécie de mini-parque da vila de Joane –, o presidente da junta reclamou que faltava naquele local estruturas de entretenimento para as crianças.Face a esta posição, o presidente da Câmara de Famalicão comprometeu-se, em breve, a colocar no jardim um parque infantil.O Parque da Ribeira foi então inaugurado conjuntamente pelos presidentes da Assembleia e da Câmara Municipal, pelos presidentes da Assembleia e Junta de Freguesia e pelos representantes da delegação de Leognan – localidade francesa com quem Joane está geminada e que ontem estiveram na vila.
In Correio do Minho [05/07/2004]
13 maio 2003
PSD e PP acusam Sá Machado de prejudicar Joane
Os núcleos do PSD e do CDS/PP da Vila de Joane acusaram ontem o presidente da junta, Ivo Sá Machado, de estar a empreender uma guerrilha contra a Câmara de Famalicão e, com esse tipo de comportamento, estar a «brincar com os joanenses e a prejudicar a vila».
Em conferência de imprensa, Joaquim Loureiro (PSD) e Manuel Guimarães (CDS/PP) insurgiram-se ainda contra a forma como foi aprovado o relatório de gestão da autarquia local. Numa primeira reunião foi detectado um erro de duplicação das receitas e por isso, a aprovação foi adiada. Na reunião seguinte, a coligação “laranja/popular” votou contra alegando que as contas da junta não foram devidamente elaboradas. Ora, nessa reunião um dos membros do PS faltou e um outro absteve-se, resultando na reprovação do relatório.«Num acto desesperado o presidente da junta apelou ao bom senso dos membros e alertou para as consequências da reprovação do documento, pelo que, o socialista que se absteve alterou a sua intenção de voto, viabilizando o relatório», afirmou o “popular” e presidente da mesa da Assembleia de Freguesia, Manuel Guimarães.Por seu turno, o social democrata Joaquim Loureiro referiu que Sá Machado deve tirar as ilações desta actuação, sem contudo sugerir a demissão.O líder do núcleo “laranja” constatou existir «uma grave crise» no seio do PS local. Só assim compreende como é que numa reunião daquela importância um membro possa faltar e o outro não votar favoravelmente um documento apresentado pelo presidente eleito pelo seu partido.Em remate, os líderes da coligação PSD/PP afirmam-se preparados para levar, como oposição, este mandato até ao fim ou enfrentar eleições antecipadas caso Sá Machado se demita.
In Diário do Minho [13/05/2003]
Em conferência de imprensa, Joaquim Loureiro (PSD) e Manuel Guimarães (CDS/PP) insurgiram-se ainda contra a forma como foi aprovado o relatório de gestão da autarquia local. Numa primeira reunião foi detectado um erro de duplicação das receitas e por isso, a aprovação foi adiada. Na reunião seguinte, a coligação “laranja/popular” votou contra alegando que as contas da junta não foram devidamente elaboradas. Ora, nessa reunião um dos membros do PS faltou e um outro absteve-se, resultando na reprovação do relatório.«Num acto desesperado o presidente da junta apelou ao bom senso dos membros e alertou para as consequências da reprovação do documento, pelo que, o socialista que se absteve alterou a sua intenção de voto, viabilizando o relatório», afirmou o “popular” e presidente da mesa da Assembleia de Freguesia, Manuel Guimarães.Por seu turno, o social democrata Joaquim Loureiro referiu que Sá Machado deve tirar as ilações desta actuação, sem contudo sugerir a demissão.O líder do núcleo “laranja” constatou existir «uma grave crise» no seio do PS local. Só assim compreende como é que numa reunião daquela importância um membro possa faltar e o outro não votar favoravelmente um documento apresentado pelo presidente eleito pelo seu partido.Em remate, os líderes da coligação PSD/PP afirmam-se preparados para levar, como oposição, este mandato até ao fim ou enfrentar eleições antecipadas caso Sá Machado se demita.
In Diário do Minho [13/05/2003]
14 novembro 2002
JOANE: TIPICAMENTE MINHOTA
FONTE: http://home.telepac.pt/prod.html?id=XWI3
Tipicamente minhota, a Terra a que presido dispõe hoje de um conjunto de infra-estruturas de que nos orgulhamos não sendo contudo razão bastante para esmorecer.Se é certo que o abastecimento de Água, o Saneamento, as Escolas E. B. 2 e 3 e Secundária, as Piscinas Municipais, Centro de Saúde, Auditório, Biblioteca, etc., trouxeram maior qualidade de vida, também é verdade que continuamos a lutar por outras infra-estruturas como seja as novas acessibilidades que pretendemos ver construídas.Falar de Joane é falar duma Vila com 9 mil habitantes situada no coração do Vale do Ave, equidistante das cidades de Braga, Guimarães e Famalicão. O Têxtil e a Industria de Carnes são as principais actividades Industriais a par dos diversos serviços comerciais aqui existentes.Sem falsa modéstia é importante referir que em termos associativos esta terra é forte, bastando para isso constatar a diversidade de infra-estruturas desportivas, culturais e sociais como sejam as creches, Centros de Dia e lar para idosos, Campo de Futebol, Centro Cultural, etc.Falar da nossa terra é falar do famoso Pão-de-Ló e do Vinho Verde que aqui também se produz de qualidade. Joane terra cujas origens remontam ao Séc. XI, convida todos os que assim entendam a passar por cá.
Silvestre Ivo Sá Machado
Presidente da Junta de Freguesia de Joane

Tipicamente minhota, a Terra a que presido dispõe hoje de um conjunto de infra-estruturas de que nos orgulhamos não sendo contudo razão bastante para esmorecer.Se é certo que o abastecimento de Água, o Saneamento, as Escolas E. B. 2 e 3 e Secundária, as Piscinas Municipais, Centro de Saúde, Auditório, Biblioteca, etc., trouxeram maior qualidade de vida, também é verdade que continuamos a lutar por outras infra-estruturas como seja as novas acessibilidades que pretendemos ver construídas.Falar de Joane é falar duma Vila com 9 mil habitantes situada no coração do Vale do Ave, equidistante das cidades de Braga, Guimarães e Famalicão. O Têxtil e a Industria de Carnes são as principais actividades Industriais a par dos diversos serviços comerciais aqui existentes.Sem falsa modéstia é importante referir que em termos associativos esta terra é forte, bastando para isso constatar a diversidade de infra-estruturas desportivas, culturais e sociais como sejam as creches, Centros de Dia e lar para idosos, Campo de Futebol, Centro Cultural, etc.Falar da nossa terra é falar do famoso Pão-de-Ló e do Vinho Verde que aqui também se produz de qualidade. Joane terra cujas origens remontam ao Séc. XI, convida todos os que assim entendam a passar por cá.
Silvestre Ivo Sá Machado
Presidente da Junta de Freguesia de Joane
14 novembro 2001
Candidatos PSD/PP 2001
Fonte: http://porfirio2001.i8.com/equipa.html

Nome: Porfirio Manuel Maia de Carvalho
Idade: 41
Profissão: Taxista
Residência: Largo 3 de Julho
Nome: Ricardo Araújo Guedes Ferreira
Idade: 32
Profissão: Comércio Grossista
Residência: Av. da Restauração
Nome: Manuel Guimarães Oliveira Fernandes
Idade: 54
Profissão: Agente Comercial
Residência: Rua das Fontes
Nome: Francisco Miguel de Barros Coelho
Idade: 32
Profissão: Contabilista
Residência: Rua da Liberdade
Nome: Maria de Lurdes Leitão dos Santos
Idade: 34
Profissão: Professor do Ensino Básico (2° e 3° Ciclos)
Residência: Rua Santo António
Nome: Helder de Azevedo Rodrigues
Idade: 30
Profissão: Professor do Ensino Básico (2° e 3° Ciclos) e Secundário
Residência: Rua do Assento
Nome: Joaquim Manuel Oliveira Castro
Idade: 29
Profissão: Advogado
Residência: Rua Figueiró
Nome: Joaquim Augusto Magalhães Loureiro
Idade: 37
Profissão: Professor do Ensino Básico (1° Ciclo)
Residência: Rua das Fontes
Nome: Alberto Filipe Silva Carvalho
Idade: 22
Profissão: Estudante
Residência: Rua Divino Salvador
Nome: Paulo Manuel Araújo Couto
Idade: 27
Profissão: Desenhador Projectista
Residência: Travessa de S. João
Nome: Nuno Filipe Fernandes Leite de Oliveira
Idade: 24
Profissão: Empregado de escritório
Residência: Travessa do Redondo
Nome: Luis Francisco Silva Pereira
Idade: 34
Profissão: Operário Têxtil
Residência: Av. Cristo Rei
Nome: Manuel Armindo Correia Fernandes
Idade: 40
Profissão: Construtor Civil
Residência: Lugar de Pulsos
Nome: José Joaquim Azevedo Ferreira
Idade: 41
Profissão: Operário Têxtil
Residência: Rua S. Bento
Nome: Bernardino Correia Peixoto
Idade: 52
Profissão: Encarregado
Residência: Rua Monte do Rio
Nome: Francisco Alexandre Aguiar Ferreira
Idade: 29
Profissão: Empresário
Residencia Rua Divino Salvador
Nome: Carlos Jorge Braga Oliveira
Idade: 21
Profissão: Estudante
Residência: Rua de Celorico
Nome: Adelino Ferreira Fernandes
Idade: 46
Profissão: Industrial
Residência: Rua de Ruivos
Nome: Silvestre Alcino Rodrigues de Oliveira
Idade: 44
Profissão: Educador de Estabelecimento (Monitor, Perceptor)
Residência: Av. Padre Benjamim Salgado, 185
Nome: Lícinio Lopes Rodrigues
Idade: 29
Profissão: Serralheiro
Residência: Rua das Fontes
Nome: Bruno Henrique Oliveira Marques
Idade: 18
Profissão: Estudante
Residência: Rua Cima de Pele
Nome: Francisco José Guimarães Torres
Idade: 29
Profissão: Operador de Computador
Residência: Av. das Charrueiras

Nome: Porfirio Manuel Maia de Carvalho
Idade: 41
Profissão: Taxista
Residência: Largo 3 de Julho
Nome: Ricardo Araújo Guedes Ferreira
Idade: 32
Profissão: Comércio Grossista
Residência: Av. da Restauração
Nome: Manuel Guimarães Oliveira Fernandes
Idade: 54
Profissão: Agente Comercial
Residência: Rua das Fontes
Nome: Francisco Miguel de Barros Coelho
Idade: 32
Profissão: Contabilista
Residência: Rua da Liberdade
Nome: Maria de Lurdes Leitão dos Santos
Idade: 34
Profissão: Professor do Ensino Básico (2° e 3° Ciclos)
Residência: Rua Santo António
Nome: Helder de Azevedo Rodrigues
Idade: 30
Profissão: Professor do Ensino Básico (2° e 3° Ciclos) e Secundário
Residência: Rua do Assento
Nome: Joaquim Manuel Oliveira Castro
Idade: 29
Profissão: Advogado
Residência: Rua Figueiró
Nome: Joaquim Augusto Magalhães Loureiro
Idade: 37
Profissão: Professor do Ensino Básico (1° Ciclo)
Residência: Rua das Fontes
Nome: Alberto Filipe Silva Carvalho
Idade: 22
Profissão: Estudante
Residência: Rua Divino Salvador
Nome: Paulo Manuel Araújo Couto
Idade: 27
Profissão: Desenhador Projectista
Residência: Travessa de S. João
Nome: Nuno Filipe Fernandes Leite de Oliveira
Idade: 24
Profissão: Empregado de escritório
Residência: Travessa do Redondo
Nome: Luis Francisco Silva Pereira
Idade: 34
Profissão: Operário Têxtil
Residência: Av. Cristo Rei
Nome: Manuel Armindo Correia Fernandes
Idade: 40
Profissão: Construtor Civil
Residência: Lugar de Pulsos
Nome: José Joaquim Azevedo Ferreira
Idade: 41
Profissão: Operário Têxtil
Residência: Rua S. Bento
Nome: Bernardino Correia Peixoto
Idade: 52
Profissão: Encarregado
Residência: Rua Monte do Rio
Nome: Francisco Alexandre Aguiar Ferreira
Idade: 29
Profissão: Empresário
Residencia Rua Divino Salvador
Nome: Carlos Jorge Braga Oliveira
Idade: 21
Profissão: Estudante
Residência: Rua de Celorico
Nome: Adelino Ferreira Fernandes
Idade: 46
Profissão: Industrial
Residência: Rua de Ruivos
Nome: Silvestre Alcino Rodrigues de Oliveira
Idade: 44
Profissão: Educador de Estabelecimento (Monitor, Perceptor)
Residência: Av. Padre Benjamim Salgado, 185
Nome: Lícinio Lopes Rodrigues
Idade: 29
Profissão: Serralheiro
Residência: Rua das Fontes
Nome: Bruno Henrique Oliveira Marques
Idade: 18
Profissão: Estudante
Residência: Rua Cima de Pele
Nome: Francisco José Guimarães Torres
Idade: 29
Profissão: Operador de Computador
Residência: Av. das Charrueiras
14 outubro 2001
Porque sou candidato?
Porfírio Carvalho explica em http://porfirio2001.i8.com/inicio.html, porque é candidato. Pelo interesse, aqui se reproduz.
Em 1997 fui candidato à Junta de Joane tinha na altura a convicção que Joane precisava urgentemente de mudar de rumo. Há demasiado tempo gerida pelo mesmo partido a Vila estava adormecida. Com uma localização excepcional em termos geográficos, perto das maiores cidades do norte de Portugal. Com um acesso à auto-estrada a três quilómetros do centro de Joane. Não compreendia porque é que Joane não conseguia perder o aspecto de quem tinha parado no tempo, porque é que Joane não consegue garantir qualidade de vida aos seus habitantes.
Em 1997 fiquei muito perto da vitória. Assumi o meu lugar na Assembleia de Freguesia. Durante estes quatro anos apercebi-me porque é que Joane não conseguiu ainda assumir o seu lugar e se mantém uma terra atrasada.
O Sr. Presidente da Junta e o partido que o apoia são na sua maioria indivíduos instalados, há vinte anos no poder acham-se inatacáveis, há vinte anos no poder vivem encantados com o pouco que fazem e fizeram até agora, há vinte anos no poder não aceitam sugestões nem ideias. Com estes senhores há vinte anos no poder Joane é que paga a factura.
Passados quatro anos Joane mantém o seu aspecto desorganizado. Como o crescimento não foi pensado as coisas vão-se decidindo em cima do joelho à medida que vão aparecendo, os arruamentos são estreitos, não se constróem passeios para peões, não se criam zonas de estacionamento eficientes face aos serviços que entretanto se vão instalado. O caricato acontece, Joane que tem só sete mil habitantes tem no centro problemas de trânsito.
Face a este cenário todas as razões que me levaram a ser candidato à quatro anos continuam na ordem do dia.
Farei mais e melhor por Joane e por os Joanenses.
Por Joane , por si
Em 1997 fui candidato à Junta de Joane tinha na altura a convicção que Joane precisava urgentemente de mudar de rumo. Há demasiado tempo gerida pelo mesmo partido a Vila estava adormecida. Com uma localização excepcional em termos geográficos, perto das maiores cidades do norte de Portugal. Com um acesso à auto-estrada a três quilómetros do centro de Joane. Não compreendia porque é que Joane não conseguia perder o aspecto de quem tinha parado no tempo, porque é que Joane não consegue garantir qualidade de vida aos seus habitantes.
Em 1997 fiquei muito perto da vitória. Assumi o meu lugar na Assembleia de Freguesia. Durante estes quatro anos apercebi-me porque é que Joane não conseguiu ainda assumir o seu lugar e se mantém uma terra atrasada.
O Sr. Presidente da Junta e o partido que o apoia são na sua maioria indivíduos instalados, há vinte anos no poder acham-se inatacáveis, há vinte anos no poder vivem encantados com o pouco que fazem e fizeram até agora, há vinte anos no poder não aceitam sugestões nem ideias. Com estes senhores há vinte anos no poder Joane é que paga a factura.
Passados quatro anos Joane mantém o seu aspecto desorganizado. Como o crescimento não foi pensado as coisas vão-se decidindo em cima do joelho à medida que vão aparecendo, os arruamentos são estreitos, não se constróem passeios para peões, não se criam zonas de estacionamento eficientes face aos serviços que entretanto se vão instalado. O caricato acontece, Joane que tem só sete mil habitantes tem no centro problemas de trânsito.
Face a este cenário todas as razões que me levaram a ser candidato à quatro anos continuam na ordem do dia.
Farei mais e melhor por Joane e por os Joanenses.
Por Joane , por si
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