13 junho 2006

O ridiculo da Lei da Paridade.

Se a idiota Lei da Paridade que o PS aprovou e o Presidente Cavaco vetou estivesse em vigor em todo o país e em todas as situações, a Selecção Nacional de Futebol teria pelo menos 4 mulheres.

10 comentários:

Hugo de Araujo disse...

E porque não?! Certamente existem mulheres, futebolistas, que jogam melhor, que muitos jogadores da actual selecção portuguesa!`
Quanto ao veto, o melhor é habituarmo-nos, com Cavacona presidencia, as leis do PS dificilmente passarão á primeira! Os portugueses escolheram, os portugueses sofrem! Pena é que pague o justo pelo pecador!!!

Anónimo disse...

Cavaco nunca será para Sócrates o que Soares foi para Cavaco.

eu disse...

Portugueses sofrem? Então concorda com essa lei ridicula que só DIMINUI as mulheres? As pessoas devem chegar aonde podem e conseguem por si mesmas, não poruqe uma lei ridicula estipula que assim seja! E que tal lei da paridade para o acesso ao ensino superior? É que elas são cada vez mais que não deixam lugar para nós... Não lhe parece RIDICULO???!!!!

eu disse...

Ah e Sr. Hugo, já agora diga o nome de uma futebolista que seja melhor que algum dos nossos selecionados... Fiquei curioso!

Hugo de Araujo disse...

A isso apenas respondo: a curiosidade matou o gato! Comentários desses, apenas mostra que é puro machismo! Não acha que essa época já passou! Estamos em pleno seculo XXI. Não confundamos as coisas!

eu disse...

Claro, que mais poderia responder... Os tiques (os maus pelo menos) de politico o Hugo já tem! Nunca responder directamente a uma pergunta. Até porque não saberia o que responder...

Anónimo disse...

O Hugo não responde porque no fundo sabe que a lei é uma patetice.

Hugo de Araujo disse...

Antes demais, não acho que a lei da Paridade seja uma patetice, bem pelo contrario! O impacto social da aprovação de uma Lei da Paridade, mesmo com menor percentagem de participação mínima, teria sido importante, não apenas para a política, mas para a sociedade em geral. Seria uma mensagem de legitimação que chegaria a outras áreas da vida económica, profissional, associativa, e por aí fora. Seria aquilo a que, em psicologia, se designa como reforço positivo: geraria motivação para que mulheres potencialmente interessadas na vida politíca, e para ela capacitadas, ou com vontade de aprender - exactamente como os homens - a ela fossem chamadas. Mas as forças invisíveis do costume, mais interessadas em que as mulheres regressem ao lar para tratar dos filhos e dos afazeres domésticos, largando postos de trabalho que poderiam ser ocupados por varões menos qualificados, no desemprego, e manipularam exemplar e sombriamente, como é hábito. É que as mulheres, quando saem da vida activa para se ocuparem dos filhos, não vão para o desemprego, e isso dá um jeitaço. Nada de modernices!
È isso que de certeza a oposição que contradiz, esta lei, quer!!!

eu disse...

Estará o Hugo a dizer que as mulheres precisam que um grupo de "machistas" votem uma lei que as "estimule" e demonstrarem as suas capacidades superiores? Maisuma vez não acha que está a diminuir as mulheres e a sua capacidade de inciativa? Discriminação negativa não, mas positiva tambem nao!

Hugo de Araujo disse...

O problema está que as mulheres já têm essa iniciativa! Contudo, os partidos e falo no geral, negam-lhes a entrada em listas! Esse é o principal fundamento da lei! Exigiu aos partidos um minimo de mulheres nas listas! Mulheres em politica existem, só que são-lhes privadas entradas, que aos homens não!