14 dezembro 2005

Iluminação de Natal

Foi hoje acesa a iluminação de Natal da Igreja de Joane. Quem se aproxima da Vila, seja por que entrada for, não consegue ficar indiferente. Aqui se reproduz uma pequena amostra.



Fórum HUMOR 1

AS AMIGAS DA MULHER:
A esposa passou toda a noite fora de casa.
Na manhã seguinte, explicou ao marido que tinha dormido na casa da melhor amiga. O marido telefonou então para 10 das suas melhores amigas, mas nenhuma delas confirmou o fato.

OS AMIGOS DO HOMEM:
O marido passou toda a noite fora de casa.
Na manhã seguinte, explicou à mulher que tinha dormido em casa do seu melhor amigo.
A esposa telefonou então para 10 dos melhores amigos do marido.
Cinco deles confirmaram que ele tinha passado lá a noite. Os 5 restantes, além de confirmarem que ele passou lá a noite, garantem que ele ainda está lá.

13 dezembro 2005

Noticias "recentes" segundo Sá Machado.

A Junta de Freguesia de Joane tem um site. Óptimo. Parabéns. A coisa até está bem feita, e tem coisas com interesse.
Mas (adivinharam, há sempre um "mas", sobretudo quando se começa a dizer bem da Junta de Freguesia, já se sabe que a seguir vem um "mas"...), não basta fazer um site e depois deixar a coisa assim, parada paradinha.
Por exemplo, as noticias mais recentes do site são de Abril de 2005. Quase um ano. Mas continuam a ser recentes, na curiosa definição de "recente" do Dr. Sá Machado.
O site, a as suas noticias desactualizadas acabam por ser uma boa metáfora do que é a Junta de Freguesia de Joane: um atraso de vida!

12 dezembro 2005

O Valor Acrescentado do Artista

Armindo Costa em entrevista à Famalicão TV (www.famalicao.tv), a propósito da árvore de Natal gigante na cidade:
"Tudo isto foi feito pelo DOM, Departamento de Obras Municipais, que fizeram todas estas peças em madeira, e portanto, tudo isto não custou dinheiro."
Mais à frente corrige:
"Não custou dinheiro? Custou. As pessoas enquanto fazem isto não fazem outra coisa, mas não há aqui valor acrescentado do artista".

10 dezembro 2005

CTT de Pousada de Saramagos

Atenção: A balança electrónica dos CTT do balcão de Pousada de Saramagos apresenta o último selo de calibragem da Câmara Municipal de 2001.
Alguém está a falhar...

O Centro de Saúde

Se há serviços públicos em Joane que nos envergonham, o campeão é, na minha opinião, o Centro de Saúde.
O que se passa naquela casa é inacreditável. A forma como é gerida só tem um nome: incompetência. As histórias que se contam são inúmeras. Conto a minha. Por pura felicidade, por apenas uma vez tive de recorrer ao centro de saúde.
Numa bela tarde, lá perdi umas horas de trabalho e fui marcar uma consulta.
Correu bem, e consegui uma consulta para o dia seguinte. A coisa já foi mais complicada quando perguntei a que horas era a consulta. A criatura atrás balcão ficou genuinamente surpreendida e respondeu sem pestanejar que não se marcavam horas. Eu devia aparecer no centro de saúde o mais cedo possível, para marcar vez...
Fiquei siderado. Não se marcavam horas... Pouco disposto a perder mais horas de trabalho do que as necessárias, perguntei então a que horas chegava o médico, e a que horas saía, de forma a que a minha pudesse ser a última consulta da tarde. A resposta foi novamente brilhante: o médico chega por volta das duas e sai quando acabam os doentes. E no dia seguinte, por volta das duas lá fui eu ao médico. O médico, escusado será dizer, não estava lá às duas horas. Eram três quando chegou. Nessa altura a sala de espera já estava cheia, como as senhoras do balcão gostam. Às cinco horas fui atendido. Perdi uma tarde de trabalho. Eu e toda a gente que ali estava.
Eu não percebo porque não é possível marcar uma hora para uma consulta. Bem sei que o semi-analfabetismo funcional das senhoras atrás do balcão não permite grandes complicações, mas se até os barbeiros hoje em dia já marcam horas, com certeza que o centro de saúde também o consegue fazer. É simples, basta uma agenda. Claro que marcar horas exige uma coisa, essa sim muito complicada. É que os médicos cumpram horas. Que tenham uma hora para chegar e outra para saír. Enquanto beneficiarem de um relógio especial, que se atrasa nas horas de entrada, e se adianta nas horas de saída, marcar horas é complicado.

09 dezembro 2005

Sorteio simpático

Foi efectuado esta noite o sorteio dos grupos para a 1.ª fase do Mundial de futebol de 2006 na Alemanha.
Portugal vai jogar, na primeira fase, com o México, Angola e Irão.
Melhor era quase impossível...

Curto e Grosso

Há dias conversava com um amigo estrangeiro sobre as presidenciais em Portugal. Quando lhe contei que Mário Soares era candidato, interrompeu-me e perguntou-me: O velho?

07 dezembro 2005

Totta Vs CGD (a explicação)

Queres uma explicação para a diferença de tratamento entre o Totta e a CGD?

Simples: o Totta é privado a Caixa é pública.
Como todos os privados, o Totta tem de fazer pela vida. Lutar pelos clientes, conquistar quota de mercado para ser lucrativo.
A caixa, como todas as entidades públicas, tem tudo isso garantido. Clientes oferecidos pelo estado. Por isso os empregados dão-se ao luxo de serem antipáticos (a verdadeira imagem de marca de um funcionário público exemplar é ser antipático).
Para que é preciso um banco público? Para nada! A não ser para colocar gestores públicos, saídos dos governos. E claro, também para financiar operações do estado que de outra forma ninguém financiava.

Totta Vs CGD

Hoje fui ao Banco Totta de Joane. Foi a primeira vez que lá entrei, nem sequer lá tenho conta. Fui muito bem recebido. Atenciosos, bem dispostos, profissionais.
De seguida, fui ao “meu” banco, a Caixa Geral de Depósitos na feira. Se lá não tivesse ido de seguida nem notava mas fui, que diferença de atendimento. Aquela gente parece que está sempre mal disposta e que estão ali a fazer-nos um favor.
Enfim…
Alguém me explica o que se passa?

06 dezembro 2005

A dança das cadeiras (à moda de Armindo)

A Câmara Municipal de Famalicão inaugurou um modelo original de vice-presidências: A Vice presidência rotativa. A coisa funciona assim: durante o
próximo mandato, a vice presidência da câmara será assegurada rotativamente por todos os vereadores.
Este sistema é original. Mas não muito. O Bloco de Esquerda já o utiliza na Assembleia da Républica. Os deputados do Bloco vão girando pelas cadeiras, para se tornarem conhecidos e parecerem muitos, quando são apenas dois ou três.
Segundo a versão oficial, a coisa é assim para que todos os vereadores ganhem esperiência da vice presidência e coisa e tal e tal e coisa e eles falam falam e não dizem nada.
Porque se dissessem, o que diriam é que este modelo serve para que nenhum vereador se atreva a fazer sombra ao senhor Presidente. Assim, evitam-se crises de protagonismo e daqui por quatro anos, quando chegar a altura de apresentar um novo candidato não haverá nenhum vice-presidente que seja apontado como sucessor natural.
O anterior vice presidente, Jorge Paulo Oliveira aceitou caladinho e sossegadinho a perda da vice presidencia. Além disso perdeu ainda o pelouro do urbanismo, talvez o pelouro mais importante. Ou seja, e para quem ainda tinha dúvidas: Jorge Paulo Oliveira perdeu imenso poder no executivo. Sempre caladinho e bem comportado, claro.
A pergunta óbvia é: Porquê estas manobras? Porquê retirar poder ao melhor vereador do PSD? Porquê retirar protagonismo ao vice-presidente? O tempo o dirá, mas só os desatentos se admirarão se daqui a quatro anos se assistir a uma sucessão ao melhor estilo monárquico.

05 dezembro 2005

Dividir os Socialistas para Unir os Portugueses?

Andava um pouco distraído da campanha de Mário Soares. Até hoje. Esbarrei com um enorme cartaz, onde se lê, a propósito da candidatura: Porque sabe UNIR os Portugueses. Fiquei surpreendido. Mário Soares não é capaz de unir toda a esquerda na sua candidatura. Pior: Mário Soares não é sequer capaz de unir os socialistas em volta da sua candidatura. E quer que acreditemos que sabe unir os Portugueses...

Parque Infantil de castigo...

O parque infantil da Labruge está “morto” há vários anos. Ao que parece ninguém quer saber. A responsabilidade é da Junta de Freguesia com certeza.
Durante a campanha eleitoral para a s últimas autárquicas, ficamos a saber que o terreno do “defunto” parque foi há anos cedido pelo empreiteiro candidato da coligação PSD/PP, o Sr. Artur Fernandes.
Devido a esta descoberta já há quem diga que enquanto o actual presidente da Junta se mantiver, o parque não voltará.
Será assim?
A ver vamos…

02 dezembro 2005

Cofres cheios de ar.

O dr. Mário Soares, anda em campanha. Tudo bem. Mas o dr. Soares também anda a
dizer os maiores disparates. Ontem disse que Cavaco herdou os cofres cheios,
e que o boom económico entre 1985 e 1995 se deveu aos fundos comunitários.
Ora bem. Cavaco terá herdado os cofres cheios, mas de ar...
O dr. Soares devia saber que em 1984, quando Soares era primeiro ministro, a
taxa de inflação era de 29,3% ao ano. Em 1995, quando Cavaco saiu do governo
era de 4,1%. Chega?
Quanto ao boom económico, é verdade que ele se deveu em parte à entrada de
fundos da comunidade, mas isso não explica tudo.
Nos dez anos em que foi o professor Cavaco Silva foi primeiro ministro,
Portugal recebeu por ano, em média, 1.230 milhões de Euros. Nada mau. Mas
Guterres recebeu em média, mais de três vezes mais (3.800 milhões de euros por
ano). E no entanto, no final dos mandatos de Guterres, o país estava
mergulhado numa grave crise financeira.

01 dezembro 2005

Bem vindos ao maravilhoso mundo novo do socialismo inútil!

Ao que parece o governo prepara-se para proibir crucifixos nas escolas públicas. É uma medida estupida e desnecessária (ou seja, uma medida socialista).
Aguardam-se agora as próximas medidas: O Domingo tb vai mudar de nome, porque significa Dia do Senhor. E claro, a Sexta-Feira Santa e o Natal vão deixar de ser feriados. Porque Portugal é um estado laico, claro. As terras vao mudar de nome. Seja Bem Vindo à Maria da Feira e ao Joao de Airão. Depois vao ser as estaçoes de comboios: Apolónia e Bento vão ser os novos nomes. Aliás, o próprio palácio onde funciona o Parlamento vai apenas ser o Palácio do Bento. Os teatros nacionais vao ser do Joao e do Carlos. Acabam-se os Santos en nomes de coisas públicas. E como se vai resolver o problema das condecorações do estado? Os Cavaleiros da Ordem de Cristo vão passar a ser apenas cavaleiros? E os Cavaleiros da Ordem de Avis? E os da Ordem de Sant’Iago da Espada? E claro, o Cristo Rei vai ser demolido.
Bem vindos ao maravilhoso mundo novo do socialismo inútil!

30 novembro 2005

O inimigo

A acreditar na imprensa local, o Presidente da Comissão Política Concelhia do PSD considerou, durante a festa de aniversário do PSD de Joane, que Sá Machado era "inimigo do PSD". Conta-se que, em tempos, Churchill, o conservador primeiro-ministro britânico que foi determinante para a vitória aliada na segunda Guerra Mundial, acompanhou um jovem conservador numa visita à Câmara dos Comuns (o parlamento britânico). E perguntou-lhe, apontando para os lugares onde se sentavam os deputados trabalhistas: "Sabe quem se senta ali?", ao que o jovem entusiasmado respondeu: "Claro, ali sentam-se os nossos inimigos". Curchill corrigiu: "Não, ali sentam-se os nossos adversários. Os nossos inimigos sentam-se ao nosso lado, nesta mesma bancada". Forçado a meter o "inimigo" dentro de casa, e até a dormir com ele, o jovem e ambicioso Paulo Cunha talvez se devesse lembrar disto.

16 novembro 2005

Análise aos resultados das Autárquicas 2005

Os resultados das últimas eleições autárquicas constituíram surpresa. Não tanto pela vitória de Sá Machado, que era de certa forma esperada, mas sobretudo pela forma esmagadora como essa vitória se materializou. Os resultados não podem deixar de ser analisados, e essa análise pode ser feita de várias perspectivas e com vários níveis de análise.
O primeiro nível de análise, e porventura o mais simplista, é considerar que a vitória esmagadora de Sá Machado se deu porque o candidato era melhor. Esta perspectiva traduz uma visão de que o que estava em causa eram sobretudo os dois candidatos. Isto, sendo verdade, não permite explicar em toda a sua dimensão o que aconteceu. Por um lado, as eleições e a campanha não foram demasiado personalizadas. Embora girando em torno dos candidatos, e campanha não se reduziu a eles e os partidos representaram um papel essencial. Por outro lado, o candidato Artur Fernandes é sem dúvida um homem sério e respeitado na freguesia. Embora pouco habituado a campanhas políticas, é difícil de perceber porque não conseguiu aumentar a votação do PSD relativamente a eleições anteriores.
Um segundo nível de análise, é considerar as listas apresentadas no seu todo. E aqui a explicação começa a tomar forma. Uma lista em coligação, como era a do PSD é sempre uma lista mais difícil de organizar. Há concessões que é preciso fazer e é forçoso reconhecer que o CDS, não valendo coisa alguma em termos eleitorais ou políticos, sabe vender-se. Vende-se bem. E caro.
O terceiro nível é analisar a candidatura do PSD em função de quem lá não aparece. Das ausências. Não tanto as ausências em si mesmo, mas pelo que elas significam. Ora, a direcção do PSD entendeu por bem proceder a uma mudança radical, não apresentando qualquer dos candidatos que representaram o partido nos últimos dez anos em Joane. Erro grave. Uma coisa é ir renovando as listas e os rostos. Outra coisa bem diferente é varrer tudo, fazer do passado tábua rasa e rejeitar toda a experiência acumulada. Para além disto, que não é pouco, neste caso concreto, a rejeição de alguns rostos do partido foi ainda uma consequência das últimas eleições internas do Partido. Erro também. Um Partido que se apresenta publicamente dividido é um Partido fragilizado. As eleições internas num Partido são um acto normal em democracia. Mas o que não pode acontecer é que eleições internas acabem por ter uma tradução pública.
Finalmente, e ainda analisando ausências nas listas do PSD, como explicar a ausência do presidente do núcleo de Joane? De tudo o que atrás se discutiu, este facto é o mais difícil de explicar. Aliás, parece-me inexplicável. Terá o presidente do núcleo que a sua presença nas listas mais do que conquistar votos fazia perder votos? Talvez. Terá o presidente do núcleo sido proibido pela hierarquia do Partido de se candidatar? Talvez. Seja qual for a resposta, a verdade é que nenhuma das respostas ajuda o Partido. Um presidente do Partido tem sempre que ter qualidades pessoais, políticas e boa imagem pública para fazer parte de uma lista em lugar de destaque.

13 novembro 2005

Resultados Autárquicas 2005 - Junta de Freguesia

inscritos: 6082
votantes: 4473 73,54%
brancos: 54 1,21%
nulos: 37 0,83%

PS: 2289 votos 51,17% 7 mandatos
PPD/PSD.CDS-PP: 1738 votos 38,86% 6 mandatos
B.E.: 234 votos 5,23%
PCP-PEV: 121 votos 2,71%

12 novembro 2005

Freguesia de Joane

População: 6249
Actividades económicas: Indústria têxtil, agro-alimentar, comércio e serviços
Festas e Romarias: S. Bento (1.º domingo de Setembro), Santo Amaro (14 e 15 de Janeiro), Procissão do Senhor dos Passos (Páscoa), Santo António e Senhora da Carreira
Património: Igreja, Capela da Senhora da Carreira, Capela de S. Bento e Casa dos Castros de Vila Boa ou Casa da Torre de Cima
Outros Locais: Alto da Torre
Gastronomia: Pão-de-Ló
Artesanato: Guarda-sóis
Colectividades: Associação Desportiva e Popular “Os Águias”, Associação Musical de Joane, Associação Teatro Construção, G. D. de Ruivos, Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Joane, G.D. de Joane, Sociedade Columbófila de Joane e Frater-nidade Nuno Álvares
Orago: Divino Salvador
Feiras: Semanal, aos sábados

Joane: Terra de templários
Freguesia do concelho e comarca de Vila Nova de Famalicão, Joane dista 11 quilómetros da sede do concelho. O primeiro documento que a refere data de 1065 A antiga freguesia terá sido reitora de apresentação da Mitra ou de apresentação alterada da Mira do Rei ou do Papa. Crê-se ter pertencido inicialmente à Ordem dos Templários que aqui tinha reitoria e comenda, mas em 1319 passou para a Ordem Cristo. Fazem parte desta freguesia os lugares de: Agra de Alvar, Assento, Bairros, Barreiros, Charrueiras, Cima de Pele, Cividade, Gavim, Giestal, Lapa, Mato Senra, Monte, Montilhão, Moutinho, Pulsos, Romão, Rúivos, S.. Bento, Souto, Sub-Carreira, Tapada, Telhado, Torre, Valdemar, Vau e Vila Boa. Atravessa esta freguesia a estrada feita pela compa-nhia Viação Portuense que liga Famalicão a Guimarães; dentro dos limites tem duas pontes, uma junto ao lugar de Vila Boa e outra no sítio de Laborins. A primeira atra-vessando o rio de Pele e a segunda o ribeiro de Laborins, além de vários pontilhões de serviço particular e público. No primeiro destes ribeiros abundavam trutas e peixe miúdo e em ambos há moinhos de moer milho grosso.

São antigas as referências à vila de Joane, remontando, as primeiras, ao período antes da formação da nacionalidade, nomeadamente ao ano de 1609.
De proveniência latina, o topónimo Joannem está associado e, historicamente relacionado, a um primitivo possuidor da “villa” (grande unidade agrária) do mesmo nome, existindo ainda a casa-sede e o local (aldeia de Joane), o qual se considera ter sido um dos mais respeitáveis proprietários do período romântico. Joane, indicará, por isso, uma antiga unidade agrária dimensionada pelos romanos, abrindo-se a estes a organização da primitiva agricultura da Península Ibérica.
Distando 11 km de Famalicão (sede Concelho), Joane é, hoje, um importante ponto de passagem de tráfego rodoviário. Contribui decisivamente para este facto a Via Inter-Municipal que liga a vila a Vizela em poucos minutos.
Ocupa uma área de 725 ha e conta com uma população residente de cerca de oito mil habitantes.
Das actividades económicas desenvolvidas, a indústria é, sem dúvida, a dominante seguindo-se o sector dos serviços que se tem implementado e desenvolvido. Assim, Joane, assume-se como um pólo de desenvolvimento em plena expansão. A confirmar e consolidar esse desenvolvimento saliente-se o facto de, em 3 de Julho de 1986, ter sido elevada à categoria de vila, afirmando-se como um dos centros mais desenvolvidos do concelho.
Quanto à Heráldica – armas e brasão – recentemente aprovada, é constituída por quatro castelos, dada a categoria de vila, uma roda dentada simbolizando a indústria e os restantes elementos, espigas e cacho de uvas, como símbolo de fertilidade e agricultura.


Joane (António Luís Machado Guimarães, 1.º barão).
n. 31 de Janeiro de 1820.
f. 18 de Junho de 1882.

Fidalgo cavaleiro da Casa Real; comendador da ordem de Cristo, cavaleiro da de N. Sr.ª da Conceição, proprietário na vila de Joane.
N. em V. N. de Famalicão a 31 de Janeiro de 1820; fal. em Joane a 18 de Junho de 1882.
Casou duas vezes; a primeira com D. Joana Teresa Guimarães, e a segunda com D. Praxedes de Sousa Guimarães, filha de Bernardino de Sousa Guimarães, capitalista. Do primeiro matrimónio, houve um filho, com o mesmo nome de seu pai, nascido a 18 de Janeiro de 1846, que fal. há poucos anos, o qual foi presidente da câmara municipal de V. N. de Famalicão e o 2.ª barão de Joane. Do segundo matrimónio foi filho o Sr. conselheiro Bernardino Machado. (V. Machado Guimarães). Teve a concessão do título de barão de Joane por decreto de 11 e carta de 16 de Julho de 1870. 0 brasão de armas é um escudo com as armas dos Machados. A baronesa viúva, D. Praxedes de Sousa Guimarães, fal. em Vila do Conde em Setembro de 1901.

05 outubro 2005

Comício do PSD/PP no Larga da Feira

O apoio de Oliveira Fernandes


O professor universitário Oliveira Fernandes, que foi secretário de Estado do Ambiente no Governo de Mário Soares (1983-1985) e secretário de Estado da Economia no governo socialista de António Guterres, apoia a candidatura da coligação PSD-CDS/PP para a Junta de Freguesia de Joane e para a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.
Natural de Joane, Oliveira Fernandes foi a grande surpresa do comício de Armindo Costa realizado ao princípio da noite de quarta-feira, que encheu o Largo da Feira da vila joanense, depois de uma mega-caravana automóvel da candidatura da coligação “Mais Acção, Mais Famalicão” ter percorrido o concelho.
Dirigindo-se à multidão de vários milhares de pessoas, Oliveira Fernandes, que no passado apoiou o socialista Agostinho Fernandes e que nas últimas eleições presidenciais foi mandatário concelhio de Jorge Sampaio, declarou o seu apoio a Artur Fernandes, candidato à Junta de Joane, “um homem bom da freguesia”, segundo referiu, adiantando que a Junta socialista, nos últimos 12 anos, “não teve categoria” para gerir os destinos da vila.
Ao mesmo tempo, o antigo governante de Soares e Guterres não teve dúvidas quanto à vitória de Armindo Costa no próximo domingo, justificando o seu apoio pelo facto de o candidato liderar “um projecto” que considera positivo para a qualidade de vida dos famalicenses.